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	<title>relações afetivas &#8211; Renata Testa Psicóloga</title>
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		<title>Relações afetivas e redes sociais.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferraz Testa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 19:06:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você já se questionou em que momento normatizou- se que “dar like em stoy e em fotos” é equivalente a paquera/ ter]]></description>
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<p class="has-text-align-left">Você já se questionou em que momento normatizou- se que “dar like em stoy e em fotos” é equivalente a paquera/ ter interesse ou até mesmo traição? </p>



<p class="has-text-align-left">Provavelmente não, e se sim, possivelmente não obteve respostas.</p>



<p>É natural do humano seguir o que a sociedade normatiza. O humano faz parte do meio, e o meio faz parte do humano.&nbsp;</p>



<p>A questão é: quanto isso faz sentido pra você? O quanto mesmo não fazendo você reproduz?&nbsp;</p>



<p>A tendência das redes sociais é cada vez mais coisificar o humano ( monetizar também, mas explorar isso não é o foco no momento &#8211; fiquemos apenas com a informação de que, o que tem preço é coisa, serviço &#8211; e não gente)&nbsp;</p>



<p>Anúncios, tutoriais, influenciadores vendendo conteúdo de diversas maneiras para “aprimorar” habilidades pessoais (inclusive sobre conquistas amorosas), conteúdos aleatórios viralizados &#8211; como li numa postagem de uma pessoa muito querida esses dias: e vírus é bom desde quando? &#8211; ou até de nós, meros profissionais da saúde que “para sermos vistos” precisamos criar conteúdo. &#8211; Pera lá. Estudei psicologia, não marketing digital. &#8211; Enfim, uma série de conteúdo que passaria uma eternidade escrevendo, voltarei ao foco : as relações pessoais.</p>



<p>Em gestalt terapia pensamos o homem como ser sempre em relação &#8211; seja com o ambiente, como o outro e consigo mesmo. E quando tratamos de redes sociais, alguns questionamentos podem surgir: a relação ali estabelecida é como o que ou quem especificamente? com aquilo que o outro é ou com o que aparenta ser? Parecer e ser são coisas muito distintas, mas que no processo de coisificação do humano podem se misturar. Parecer diz mais respeito ao olhar do outro enquanto ser diz respeito a manifestar aquilo que realmente é. E convenhamos, em redes sociais o parecer gera mais engajamento do que o ser. É um experimento até interessante de se fazer: uma postagem com filtros e demais artifícios para PARECER interessante, ou uma real, crua, sem maquiagem ou filtros, mostrando aquilo que se É, qual terá mais “ likes”? A resposta é óbvia. A rede e seus usuários não querem expor “defeitos” ou “falhas”, porém ser o que se é, se mostrar com realidade pressupõe-se a aceitação integral do ser, onde não há certo ou errado, há características humanas, falhas, defeitos, assim como também as qualidades, que por vezes ficam até ocultas na necessidade do parecer.&nbsp;</p>



<p>E o que isso tem a ver com as relações? Especialmente as amorosas, que citei ali acima? No meu ponto de vista, tudo. As redes trazem a ilusão de um mundo paralelo &#8211; o que não é &#8211; e a partir do momento em que o humano é coisificado e desconsiderado de ser um corpo-no-mundo, a relação que as pessoas vão&nbsp; ter ali, também se coisifica. Citando Martin Bubber (filósofo Austriaco existencialista), o EU-TU (relação ) se torna EU-ISSO (de experienciação), trazendo as relações ao raso, à liquidez de Bauman. É o isso, o objeto da angústia, o que mobiliza a energia do interesse deixa de ser a pessoa em si, mas se torna o ato de “dar um like”. O que supostamente teria a utilidade de aproximar as pessoas (e com seu bom uso de fato o faz), acaba por separar e tornar as relações mais difíceis, por atos e angústias virtuais. E claro, não posso deixar de falar sobre a falta de diálogo que os tais likes estabelecem, né? É bem provável que uma relação baseada em curtidas de fotos ou demonstração de interesse virtual será uma relação líquida. Relação humana necessita de diálogo.&nbsp; O não diálogo é gerador de angústia, incerteza e ansiedade. E isso em todos os âmbitos, reais ou virtuais. Dialogar esclarece ações &#8211; às vezes a pessoa com quem você se relaciona atribui outro significado ao uso de redes. É preciso saber qual é para não haver tanta interferência.&nbsp;</p>



<p>E não, não condeno o uso de redes, nem essa movimentação que muitas pessoas fazem ao se utilizar delas. O objetivo desse texto é exatamente trazer à luz a reflexão de como está a sua relação com uso de redes, ou como isso pode interferir em diversas relações sendo uma questão não real, mas contemporânea.&nbsp; A psicoterapia também é pra isso. Como dizemos em&nbsp; gestalt, para trazer awareness, inclusive em tais aspectos, como relações em redes sociais.&nbsp;</p>



<p></p>
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