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	<title>psicologia humanista &#8211; Renata Testa Psicóloga</title>
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	<title>psicologia humanista &#8211; Renata Testa Psicóloga</title>
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		<title>Vamos falar sobre Psicopatologia ?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferraz Testa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 22:09:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Inicio esse texto com seguinte questionamento: Medicação psiquiátrica sem psicoterapia, é eficaz? Primeiro de tudo, a medicação psiquiátrica, como qualquer outro remédio,]]></description>
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<p>Inicio esse texto com seguinte questionamento: Medicação psiquiátrica sem psicoterapia, é eficaz?</p>



<p>Primeiro de tudo, a medicação psiquiátrica, como qualquer outro remédio, vai tratar de aliviar sintomas, como o nome mesmo diz, remediar, e não tratar a causa efetiva dos sintomas. Por exemplo, uma dipirona não trata a causa da dor, mas alivia a dor no momento.&nbsp; Um antidepressivo não vai tratar a causa da depressão, mas aliviar os sintomas &#8211; ate porque, através de estudos atuais, já se sabe que o argumento de “desequilíbrio bioquímico no cérebro” como causa da depressão, ja se caiu por terra (assim como para os demais transtornos). Aquela conversa de fatores inflamatórios no cérebro, também não se confirma em estudos recentes. Pouquíssimos estudos confirmam tanto a versão biológica, quanto a&nbsp; genética, que também tanto se fala. Aqui a equação me parece muito clara. Como seres sociais que somos, se você cresceu numa&nbsp; família com alguém que tenha transtorno, qual a probabilidade de passar ileso e ser 100% saudável?&nbsp; Biológico ou ambiental? Ta facil essa)&nbsp;</p>



<p>O que vai ser efetivo de fato, são as outras estratégias dentro do tratamento, como a psicoterapia. É ela, seja em qual abordagem for, quem vai promover a reflexão, reconhecimento de padrões neuróticos, entendimento do funcionamento integral da psique, desde o começo da vida até a atualidade. É no processo terapêutico que se re-conhece. Que se entende o momento atual e pode-se reconhecer a serviço de quê a patologia se apresenta naquele momento. Muito se fala hoje em dia que apenas a TCC é eficaz no tratamento mental, o que é um grande engano, A Tcc aparece em destaque por apresentar resultados mais rápidos, não necessariamente mais eficazes ou duradouros, atendendo assim, não necessariamente a necessidade do paciente, mas sim do mercado e da sociedade da produtividade. (Atenção, isso não é uma crítica á teoria, que considero válida em muitos casos, mas sim ao uso indiscriminado em nome de um indivíduo que não pode nem ter seu tempo de processos humanos respeitados, precisa ser “pra ontem”)</p>



<p>Nós, na fenomenologia e gestalt terapia, vamos abordar muito mais do que mudanças comportamentais adaptativas para o funcional produtivo. Vamos em busca da awareness, do sentido, do entendimento eu-no-mundo, e de tudo o que é relacional no adoecimento mental. Afetos, relações, histórias de vida, origens, campo,&nbsp; narrativas, modo de ser,&nbsp; necessidades, etc.&nbsp;</p>



<p>É preciso também, fundar-se na crítica, e entender, o que de fato é uma patologia, e o que é um sintoma parte da angústia inerente à humanidade. A equação aqui e multifatorial, e é extremamente perigoso patologizar ( e medicalizar) emoções da vida cotidiana. A vida se apresenta processual. Tudo tem seu tempo. Patologizar o humano querendo apressar os processos ( geralmente em nome da performance e atras de resultados &#8211; alo alo neoliberalismo e contemporaneidade digital) não é tratar de “saude mental” com se costuma dizer por ai. É super patologizar. É des-humanizar, em nome de um parecer saudável (que é diferente de ser saudável efetivamente) É esconder frustrações e fracassos, ou outras emoções&nbsp; normais &#8211; erroneamente consideradas como “ruins” &#8211; atrás de um cid.&nbsp; É claro que ninguém gosta de sofrer, mas faz parte. São as polaridades da vida. Aqui também devemos questionar: onde é que aprendemos que determinada emoção é boa ou é ruim? Em que momento entendemos que determinadas emoções geram sofrimento. Alias, em que momento de fato nossas angustias se tornam sofrimento ? E quando se tornam patologias?&nbsp;</p>



<p>Tenho um palpite aqui…&nbsp;</p>



<p>Ainda na psicopatologização sem crítica, abrimos precedentes para que a maldade humana, o comportamento normativo sociais como machismo, racismo, capacitismos, demais sexismos e mau-caratismo, se esconda atrás de diagnósticos, que podem ser padronizados e relativizados por tal.&nbsp;</p>



<p>Quem mais perde com isso?&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Os&nbsp; de sempre. O “marginalizado”. O pobre, que vê sua condição de sobrevivência relativizada. Que vai entender-se como ansioso ou depressivo ( que de fato está), por instrumentos diagnósticos&nbsp; que não vão levar em conta seu meio, sua condição social ou seu sofrimento no contexto de vida.&nbsp; Aqui vamos além da saúde mental. Aqui falamos de direitos básicos. Moradia, comida. Condição digna de vida. Não se pode nunca falar em saude mental sem falar em garantia de direitos básicos.</p>



<p>Sofrem também as mulheres. São a grande maioria nos índices de acometidos a transtornos mentais. Desde o inicio da psiquiatria moderna, as mulheres tem diagnósticos ligados a questões biológicas e hormonais ( que, não podemos descartar, mas não são o fundamental). Quem não se recorda do Freud e seu famoso tratamento para histeria. Ali, tinhamos as questões de emoções reprimidas &#8211; por estarem dentro de um contexto social que não permitiam a mulher expressá-los. E hoje?&nbsp; estamos sobrecarregadas, desvalorizadas profissionalmente, vitimas de violência de genero, grande alvo de padrões inalcançáveis&nbsp; do mercado (de beleza, moda, estilo de vida, e ate saude ), maes que vivem maternidades aromatizadas, entre outras.. Não se fala mais em histeria, mas a repressão sobre nossos corpos e&nbsp; emoções seguem firme e fortes.&nbsp; Penso em Freud as vezes reescrevendo o mal estar na sociedade digital neoliberal. Pobre Sigmund…&nbsp;</p>



<p>Sofre também a população negra, quilombola, indigena. Inferiorizados&nbsp; como sub- culturas e raças. Colocados a margem até na condição de humanidade. Nunca alcançaram um padrao imposto,não se reconhecem socialmente, pois nada&nbsp; é feito para eles, inclusive o inclusive o direito à saúde. É preciso aqui fazer um recorte de fato muito cuidadoso em se tratar de adoecimento mental.</p>



<p>E, especialmente, sofre aquele que de fato tem algum transtorno mental. Que, não se inclui em diagnósticos da moda. Que não necessita de medicação para performance, mas para uma vida mais confortável e de fato saudável. Que ainda segue estigmatizado, pois, embora a epidemia de diagnóstico parece banalizar os transtornos, ela segue estigmatizando aqueles que realmente necessitam. Especialmente os psicotizados e acometidos a sofrimentos graves.</p>



<p>Se todo-mundo-tem e ta ai, pq é que vc também não melhora? Como não sentir o fracasso nessa condição? Algumas pessoas de fato não tem ideia de efeitos colaterais de medicamentos e que tais pessoas não conseguem ficar sem e gostariam muito…</p>



<p>E por essas e outras que nos, profissionais da saude mental, precisamos ser críticos, entender o novo “mercado de diagnósticos”, estarmos cientes de que atuar em saúde mental nos exige enxergar os diferentes recortes sociais existentes, suas necessidades primárias e entender que saúde mental também se faz com a garantia de direitos básicos.&nbsp;</p>



<p>Alias, encerro com outro&nbsp; mais questionamentos:</p>



<p>Se o adoecimento acontece dentro de uma estrutura social e a partir das relações desse meio, como a cura pode ser individualizada como se prega?&nbsp;</p>



<p>E mais…&nbsp; Interessa a quem mesmo tanta gente adoecida pra vender&nbsp; remédio?&nbsp;<br></p>
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		<title>Afinal, o que é essa tal saúde mental que tanto se fala atualmente? </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferraz Testa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 21:46:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O termo tem sido amplamente usado, e por muitas vezes tem se simplificado por Saúde Mental, o hábito de buscar tratamentos para]]></description>
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<p>O termo tem sido amplamente usado, e por muitas vezes tem se simplificado por Saúde Mental, o hábito de buscar tratamentos para a mente, seja através de psicoterapia ou consultas psiquiátricas, mas claramente não se trata apenas disso, e sim apenas uma fração dos cuidados com a mente.&nbsp;</p>



<p>A OMS define saúde como: “um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas como a ausência de doença ou enfermidade.”&nbsp;</p>



<p>E consequentemente a saúde mental como : “um estado de bem-estar vivido pelo indivíduo, que possibilita o desenvolvimento de suas habilidades pessoais para responder aos desafios da vida e contribuir com a comunidade.”</p>



<p>&nbsp;Por esse viés, é possível perceber que falar sobre saúde mental é também falar sobre saúde no geral, e ir além, pensando no bem estar bio-psico-social.&nbsp;</p>



<p>Falar sobre saúde mental vai muito além da dicotomia saúde/doença, e portanto vai muito além do que caracteriza-se por tratamento de doenças psíquicas. Aqui falamos também de prevenção e promoção de saúde mental ( e física, claro, saindo do pensamento que fragmenta corpo e mente e pensando no ser humano como organismo integral).&nbsp;</p>



<p>Vamos pensar aqui em elementos &#8211; clichês, inclusive &#8211; que tanto se fala em promoção e prevenção de saúde ( qualquer pesquisa no google vai apresentar alguns desses resultados): Alimentar-se bem, preferindo alimentos naturais aos industrializados, sono regulado, praticar exercícios físicos, evitar substâncias nocivas como álcool, fumo e drogas, uma boa hidratação, evitar o estresse,&nbsp; entre alguns outros que como citei, bem conhecemos.&nbsp;</p>



<p>E sobre saúde mental?&nbsp;</p>



<p>Surpresa!&nbsp;</p>



<p>São os mesmos… adicionando mais alguns, é claro, que podem parecer banalidade ou coisas “supérfluas” para algumas pessoas, como por exemplo, ter um hobbie, ou cultivar boas relações de amizade.&nbsp;</p>



<p>Sim, coisas simples, mas que nos tiram do “dever”. Que aliviam o estresse, e que proporcionam o aumento natural dos principais neurotransmissores do bem estar : Serotonina, Dopamina, Endorfina e Oxitocina.&nbsp;</p>



<p>Então, cuidar da saúde mental, é estabelecer uma boa condição de vida com hábitos e atividades cotidianas prazerosas, que não sejam feitas como dever ou obrigação. Nem todo hobbie precisa ser monetizado, e nem exercido com excelência. É válido aqui dançar mal, cantar feio, costurar torto, lutar sem competir… não precisar da validação profissional em fazer algo que considere legal.</p>



<p>Cultivar boas relações também. Ter amigos, arrumar um tempo para estar com os amigos, ter bons momentos com a família, prezar por comer algo que goste muito, conhecer novos lugares, apreciar alguma arte, ter animalzinho de estimação, estar entre a natureza, cultivar uma planta, dar um tempo de conteúdos digitais selecionar as informações consumidas, prezar pelo autocuidado, abraçar mais, respirar de maneira tranquila, entre outros bons hábitos.&nbsp;</p>



<p>Não podemos esquecer, é claro, a responsabilidade social governamental na promoção da saúde mental… é impossível falar em bom estado de saúde num geral, se uma população se encontra em vulnerabilidade social, sem acesso a moradia, alimentação e estudo, condições básicas para a promoção do bem estar. Aqui, infelizmente a sociedade ainda pensa mais na remediação das condições vindas de tal vulnerabilidade, do que de fato na promoção e prevenção. Ainda assim, vemos uma população “resiliente” e que se desdobra como pode.&nbsp;</p>



<p>Assunto longo, não?&nbsp;</p>



<p>Meu objetivo aqui é ilustrar que saúde mental não diz respeito apenas a “buscar ajuda chegando no fim do poço”, mas de como nós, psicoterapeutas, também podemos colaborar com a “não chegada ao fim do poço”, auxiliando no ajustamento criativo em cada indivíduo que passa por nós, a atingir essa tão falada saúde integral! (pois sim, é integral)</p>



<p>Deixo aqui abaixo uma tabelinha ilustrando o que cientificamente se sabe sobre o aumento natural dos neurotransmissores &#8211; que juro, não são das vozes da minha cabeça, rs &#8211;  (emprestado de sites de notícias) e que de fato constam em muitas pesquisas científicas. </p>



<p>Espero que esse conteúdo tenha sido útil.&nbsp;</p>



<p>Se gostou, compartilhe com quem possa interessar.&nbsp;</p>



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		<title>Um brinde ao novo ano! </title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jan 2025 21:18:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nós, como seres sociais, relacionais criadores e criaturas do campo que vivemos, precisamos dessa ideia de fim de ciclo. Começo,meio e fim.]]></description>
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<p></p>



<p>Nós, como seres sociais, relacionais criadores e criaturas do campo que vivemos, precisamos dessa ideia de fim de ciclo. Começo,meio e fim. Como a vida,&nbsp; dia, o mundo…</p>



<p>E precisamos sim dos ritos de passagem para isso. Como símbolo de renovação. Como a ideia de pausa, descanso ( que, de fato, muitos fazem nessa época), para um recomeço.&nbsp;</p>



<p>Também somos seres de hábitos, costumes culturais e rituais. Quem inventou isso? A própria&nbsp; humanidade.&nbsp;</p>



<p>E que renovamos em nossos tempos conforme nos atualizamos como sociedade. Não importa em que lugar do planeta, todos os povos tem rito de passagem, seja de iniciação ou do findar das coisas. É da natureza humana.&nbsp; Do simbólico. Assim como hábitos cotidianos que mantemos e que marcam cada processo do nosso dia. Como uma refeição pela manhã indica que o dia está começando, o caminho de ida ao trabalho prepara para a jornada, o caminho de volta desliga das obrigações ( ou deveria), a preparação para ir para a cama e indicar o fim do dia, , que se repetirá no dia seguinte, e assim vamos.&nbsp;</p>



<p>Lembrando que somos seres de tempo e espaço. Estamos. Um continuum, que só termina, oras, quando a vida se acaba. O que também vem com um ritual de despedida. Desde os tempos primitivos. Marcas cíclicas, de começo, meio e fim.&nbsp;</p>



<p>Rituais nos identificam como humanos. Nos trazem pertencimento. Dividir o tempo, também. Norteia. Traz fôlego para seguir o caminhar. Traz esperança de novos começos, e tranquilidade de finalizações esperadas.  </p>



<p>Ou, como aqui dizemos, fecha gestaltens para dar espaço às novas que estão por vir.&nbsp;</p>



<p>O que fica com o ano que se passou? Quais metas e objetivos a serem alcançados no novo ano ? Qual o espaço para novas experiências que se abre junto ao novo ciclo?&nbsp;</p>



<p>Feliz novo ciclo nesse 2025!&nbsp;</p>



<p></p>
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		<title>Relações afetivas e redes sociais.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferraz Testa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 19:06:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você já se questionou em que momento normatizou- se que “dar like em stoy e em fotos” é equivalente a paquera/ ter]]></description>
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<p class="has-text-align-left">Você já se questionou em que momento normatizou- se que “dar like em stoy e em fotos” é equivalente a paquera/ ter interesse ou até mesmo traição? </p>



<p class="has-text-align-left">Provavelmente não, e se sim, possivelmente não obteve respostas.</p>



<p>É natural do humano seguir o que a sociedade normatiza. O humano faz parte do meio, e o meio faz parte do humano.&nbsp;</p>



<p>A questão é: quanto isso faz sentido pra você? O quanto mesmo não fazendo você reproduz?&nbsp;</p>



<p>A tendência das redes sociais é cada vez mais coisificar o humano ( monetizar também, mas explorar isso não é o foco no momento &#8211; fiquemos apenas com a informação de que, o que tem preço é coisa, serviço &#8211; e não gente)&nbsp;</p>



<p>Anúncios, tutoriais, influenciadores vendendo conteúdo de diversas maneiras para “aprimorar” habilidades pessoais (inclusive sobre conquistas amorosas), conteúdos aleatórios viralizados &#8211; como li numa postagem de uma pessoa muito querida esses dias: e vírus é bom desde quando? &#8211; ou até de nós, meros profissionais da saúde que “para sermos vistos” precisamos criar conteúdo. &#8211; Pera lá. Estudei psicologia, não marketing digital. &#8211; Enfim, uma série de conteúdo que passaria uma eternidade escrevendo, voltarei ao foco : as relações pessoais.</p>



<p>Em gestalt terapia pensamos o homem como ser sempre em relação &#8211; seja com o ambiente, como o outro e consigo mesmo. E quando tratamos de redes sociais, alguns questionamentos podem surgir: a relação ali estabelecida é como o que ou quem especificamente? com aquilo que o outro é ou com o que aparenta ser? Parecer e ser são coisas muito distintas, mas que no processo de coisificação do humano podem se misturar. Parecer diz mais respeito ao olhar do outro enquanto ser diz respeito a manifestar aquilo que realmente é. E convenhamos, em redes sociais o parecer gera mais engajamento do que o ser. É um experimento até interessante de se fazer: uma postagem com filtros e demais artifícios para PARECER interessante, ou uma real, crua, sem maquiagem ou filtros, mostrando aquilo que se É, qual terá mais “ likes”? A resposta é óbvia. A rede e seus usuários não querem expor “defeitos” ou “falhas”, porém ser o que se é, se mostrar com realidade pressupõe-se a aceitação integral do ser, onde não há certo ou errado, há características humanas, falhas, defeitos, assim como também as qualidades, que por vezes ficam até ocultas na necessidade do parecer.&nbsp;</p>



<p>E o que isso tem a ver com as relações? Especialmente as amorosas, que citei ali acima? No meu ponto de vista, tudo. As redes trazem a ilusão de um mundo paralelo &#8211; o que não é &#8211; e a partir do momento em que o humano é coisificado e desconsiderado de ser um corpo-no-mundo, a relação que as pessoas vão&nbsp; ter ali, também se coisifica. Citando Martin Bubber (filósofo Austriaco existencialista), o EU-TU (relação ) se torna EU-ISSO (de experienciação), trazendo as relações ao raso, à liquidez de Bauman. É o isso, o objeto da angústia, o que mobiliza a energia do interesse deixa de ser a pessoa em si, mas se torna o ato de “dar um like”. O que supostamente teria a utilidade de aproximar as pessoas (e com seu bom uso de fato o faz), acaba por separar e tornar as relações mais difíceis, por atos e angústias virtuais. E claro, não posso deixar de falar sobre a falta de diálogo que os tais likes estabelecem, né? É bem provável que uma relação baseada em curtidas de fotos ou demonstração de interesse virtual será uma relação líquida. Relação humana necessita de diálogo.&nbsp; O não diálogo é gerador de angústia, incerteza e ansiedade. E isso em todos os âmbitos, reais ou virtuais. Dialogar esclarece ações &#8211; às vezes a pessoa com quem você se relaciona atribui outro significado ao uso de redes. É preciso saber qual é para não haver tanta interferência.&nbsp;</p>



<p>E não, não condeno o uso de redes, nem essa movimentação que muitas pessoas fazem ao se utilizar delas. O objetivo desse texto é exatamente trazer à luz a reflexão de como está a sua relação com uso de redes, ou como isso pode interferir em diversas relações sendo uma questão não real, mas contemporânea.&nbsp; A psicoterapia também é pra isso. Como dizemos em&nbsp; gestalt, para trazer awareness, inclusive em tais aspectos, como relações em redes sociais.&nbsp;</p>



<p></p>
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