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	<title>depressão &#8211; Renata Testa Psicóloga</title>
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		<title>Afinal, o que é essa tal saúde mental que tanto se fala atualmente? </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferraz Testa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 21:46:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O termo tem sido amplamente usado, e por muitas vezes tem se simplificado por Saúde Mental, o hábito de buscar tratamentos para]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O termo tem sido amplamente usado, e por muitas vezes tem se simplificado por Saúde Mental, o hábito de buscar tratamentos para a mente, seja através de psicoterapia ou consultas psiquiátricas, mas claramente não se trata apenas disso, e sim apenas uma fração dos cuidados com a mente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A OMS define saúde como: “um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas como a ausência de doença ou enfermidade.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E consequentemente a saúde mental como : “um estado de bem-estar vivido pelo indivíduo, que possibilita o desenvolvimento de suas habilidades pessoais para responder aos desafios da vida e contribuir com a comunidade.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Por esse viés, é possível perceber que falar sobre saúde mental é também falar sobre saúde no geral, e ir além, pensando no bem estar bio-psico-social.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Falar sobre saúde mental vai muito além da dicotomia saúde/doença, e portanto vai muito além do que caracteriza-se por tratamento de doenças psíquicas. Aqui falamos também de prevenção e promoção de saúde mental ( e física, claro, saindo do pensamento que fragmenta corpo e mente e pensando no ser humano como organismo integral).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos pensar aqui em elementos &#8211; clichês, inclusive &#8211; que tanto se fala em promoção e prevenção de saúde ( qualquer pesquisa no google vai apresentar alguns desses resultados): Alimentar-se bem, preferindo alimentos naturais aos industrializados, sono regulado, praticar exercícios físicos, evitar substâncias nocivas como álcool, fumo e drogas, uma boa hidratação, evitar o estresse,&nbsp; entre alguns outros que como citei, bem conhecemos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E sobre saúde mental?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Surpresa!&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">São os mesmos… adicionando mais alguns, é claro, que podem parecer banalidade ou coisas “supérfluas” para algumas pessoas, como por exemplo, ter um hobbie, ou cultivar boas relações de amizade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, coisas simples, mas que nos tiram do “dever”. Que aliviam o estresse, e que proporcionam o aumento natural dos principais neurotransmissores do bem estar : Serotonina, Dopamina, Endorfina e Oxitocina.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, cuidar da saúde mental, é estabelecer uma boa condição de vida com hábitos e atividades cotidianas prazerosas, que não sejam feitas como dever ou obrigação. Nem todo hobbie precisa ser monetizado, e nem exercido com excelência. É válido aqui dançar mal, cantar feio, costurar torto, lutar sem competir… não precisar da validação profissional em fazer algo que considere legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cultivar boas relações também. Ter amigos, arrumar um tempo para estar com os amigos, ter bons momentos com a família, prezar por comer algo que goste muito, conhecer novos lugares, apreciar alguma arte, ter animalzinho de estimação, estar entre a natureza, cultivar uma planta, dar um tempo de conteúdos digitais selecionar as informações consumidas, prezar pelo autocuidado, abraçar mais, respirar de maneira tranquila, entre outros bons hábitos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não podemos esquecer, é claro, a responsabilidade social governamental na promoção da saúde mental… é impossível falar em bom estado de saúde num geral, se uma população se encontra em vulnerabilidade social, sem acesso a moradia, alimentação e estudo, condições básicas para a promoção do bem estar. Aqui, infelizmente a sociedade ainda pensa mais na remediação das condições vindas de tal vulnerabilidade, do que de fato na promoção e prevenção. Ainda assim, vemos uma população “resiliente” e que se desdobra como pode.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assunto longo, não?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Meu objetivo aqui é ilustrar que saúde mental não diz respeito apenas a “buscar ajuda chegando no fim do poço”, mas de como nós, psicoterapeutas, também podemos colaborar com a “não chegada ao fim do poço”, auxiliando no ajustamento criativo em cada indivíduo que passa por nós, a atingir essa tão falada saúde integral! (pois sim, é integral)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deixo aqui abaixo uma tabelinha ilustrando o que cientificamente se sabe sobre o aumento natural dos neurotransmissores &#8211; que juro, não são das vozes da minha cabeça, rs &#8211;  (emprestado de sites de notícias) e que de fato constam em muitas pesquisas científicas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Espero que esse conteúdo tenha sido útil.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se gostou, compartilhe com quem possa interessar.&nbsp;</p>



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		<title>Um brinde ao novo ano! </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferraz Testa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jan 2025 21:18:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nós, como seres sociais, relacionais criadores e criaturas do campo que vivemos, precisamos dessa ideia de fim de ciclo. Começo,meio e fim.]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós, como seres sociais, relacionais criadores e criaturas do campo que vivemos, precisamos dessa ideia de fim de ciclo. Começo,meio e fim. Como a vida,&nbsp; dia, o mundo…</p>



<p class="wp-block-paragraph">E precisamos sim dos ritos de passagem para isso. Como símbolo de renovação. Como a ideia de pausa, descanso ( que, de fato, muitos fazem nessa época), para um recomeço.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também somos seres de hábitos, costumes culturais e rituais. Quem inventou isso? A própria&nbsp; humanidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E que renovamos em nossos tempos conforme nos atualizamos como sociedade. Não importa em que lugar do planeta, todos os povos tem rito de passagem, seja de iniciação ou do findar das coisas. É da natureza humana.&nbsp; Do simbólico. Assim como hábitos cotidianos que mantemos e que marcam cada processo do nosso dia. Como uma refeição pela manhã indica que o dia está começando, o caminho de ida ao trabalho prepara para a jornada, o caminho de volta desliga das obrigações ( ou deveria), a preparação para ir para a cama e indicar o fim do dia, , que se repetirá no dia seguinte, e assim vamos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembrando que somos seres de tempo e espaço. Estamos. Um continuum, que só termina, oras, quando a vida se acaba. O que também vem com um ritual de despedida. Desde os tempos primitivos. Marcas cíclicas, de começo, meio e fim.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rituais nos identificam como humanos. Nos trazem pertencimento. Dividir o tempo, também. Norteia. Traz fôlego para seguir o caminhar. Traz esperança de novos começos, e tranquilidade de finalizações esperadas.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou, como aqui dizemos, fecha gestaltens para dar espaço às novas que estão por vir.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que fica com o ano que se passou? Quais metas e objetivos a serem alcançados no novo ano ? Qual o espaço para novas experiências que se abre junto ao novo ciclo?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Feliz novo ciclo nesse 2025!&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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