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	<title>ansiedade &#8211; Renata Testa Psicóloga</title>
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	<title>ansiedade &#8211; Renata Testa Psicóloga</title>
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		<title>Saúde Mental Integral: Por que cuidar da mente vai muito além da terapia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferraz Testa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 20:31:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Autocuidado]]></category>
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					<description><![CDATA["Cuidar da mente é um hábito diário, não apenas uma solução para crises. Explore o papel da prevenção, do lazer e da psicoterapia na saúde mental integral. Acesse!"
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Muitas vezes, a expressão <strong>&#8220;saúde mental&#8221;</strong> é reduzida ao ato de buscar tratamento para transtornos psíquicos, como a depressão ou a ansiedade. No entanto, se olharmos para a definição da <strong>Organização Mundial da Saúde (OMS)</strong>, percebemos que ela é algo muito mais robusto: um estado de completo bem-estar físico, mental e social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, vamos desmistificar a ideia de que cuidar da mente é apenas &#8220;remediar o fundo do poço&#8221; e entender como hábitos cotidianos e o contexto social constroem a nossa <strong>saúde integral</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<h2 class="wp-block-heading">O Conceito Biopsicossocial: Somos um Organismo Único</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe uma separação real entre corpo e mente. O que afeta o seu biológico, impacta o seu psicológico e é influenciado pelo seu meio social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Falar de saúde mental é falar de <strong>prevenção e promoção</strong>. É sair da dicotomia &#8220;saúde vs. doença&#8221; e focar na construção de uma vida que proporcione resiliência para responder aos desafios naturais da existência.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Os Pilares da Prevenção (Os &#8220;Clichês&#8221; que Funcionam)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Você já deve ter lido que para ter saúde é preciso comer bem e se exercitar. Mas você sabia que esses são, fundamentalmente, hábitos de higiene mental?</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Nutrição:</strong> Alimentos naturais fornecem os precursores químicos para o cérebro.</li>



<li><strong>Sono Regulado:</strong> É durante o sono que consolidamos a memória e &#8220;limpamos&#8221; toxinas cerebrais.</li>



<li><strong>Movimento:</strong> O exercício físico é um dos antidepressivos naturais mais eficazes que existem.</li>



<li><strong>Hidratação e Abstinência:</strong> Evitar substâncias nocivas protege a integridade dos seus neurotransmissores.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<h2 class="wp-block-heading">O &#8220;Quarteto da Felicidade&#8221; no Cotidiano</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A química do bem-estar não vem apenas de farmácias; ela é produzida pelo próprio corpo através de atividades que, para muitos, parecem supérfluas, mas são vitais.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Neurotransmissor</strong></td><td><strong>O que ele faz?</strong></td><td><strong>Como estimular?</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td><strong>Dopamina</strong></td><td>Gera motivação e foco.</td><td>Celebrar pequenas metas e meditar.</td></tr><tr><td><strong>Serotonina</strong></td><td>Regula o humor e o sono.</td><td>Exposição solar e prática da gratidão.</td></tr><tr><td><strong>Endorfina</strong></td><td>Alivia a dor e gera euforia.</td><td>Rir, dançar e comer chocolate amargo.</td></tr><tr><td><strong>Oxitocina</strong></td><td>Promove confiança e afeto.</td><td>Abraços e convivência com pets/amigos.</td></tr></tbody></table></figure>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<h2 class="wp-block-heading">A Arte de ser &#8220;Imperfeito&#8221;: O Papel do Lazer</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Cuidar da saúde mental também é estabelecer uma rotina de prazer sem a pressão do <strong>&#8220;dever&#8221;</strong>. Vivemos em uma era de hiperprodutividade onde tudo precisa ser monetizado ou executado com excelência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reivindique o direito de ter um hobby medíocre:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cantar feio no chuveiro;</li>



<li>Costurar torto;</li>



<li>Dançar fora do ritmo;</li>



<li>Plantar uma flor apenas pelo prazer de ver a terra.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses momentos de &#8220;ajustamento criativo&#8221; aliviam o estresse e desconectam o cérebro do modo de alerta constante.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<h2 class="wp-block-heading">O Lado Social: Não Existe Saúde em Meio à Injustiça</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É fundamental reconhecer que a saúde mental não depende apenas do esforço individual. Existe uma <strong>responsabilidade governamental e social</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É impossível falar em bem-estar pleno quando uma população vive em vulnerabilidade, sem acesso a moradia, alimentação ou educação. A promoção da saúde mental exige políticas públicas que garantam o básico para que o indivíduo possa, então, florescer.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão: O Papel da Psicoterapia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A psicoterapia não serve apenas para &#8220;consertar o que quebrou&#8221;. Como psicoterapeutas, nosso objetivo é colaborar para que você <strong>não chegue ao seu limite extremo</strong>. Trabalhamos no desenvolvimento de ferramentas emocionais e no ajuste da rotina para que a saúde seja, de fato, integral.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saúde mental é hábito, é política e é o prazer de viver uma vida com mais significado e menos obrigação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">E você, o que tem feito pela sua saúde mental atualmente? A psicoterapia pode te direcionar a ações efetivas. Agende seu horário comigo. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Vamos falar sobre Psicopatologia ?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferraz Testa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 22:09:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Inicio esse texto com seguinte questionamento: Medicação psiquiátrica sem psicoterapia, é eficaz? Primeiro de tudo, a medicação psiquiátrica, como qualquer outro remédio,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Inicio esse texto com seguinte questionamento: Medicação psiquiátrica sem psicoterapia, é eficaz?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro de tudo, a medicação psiquiátrica, como qualquer outro remédio, vai tratar de aliviar sintomas, como o nome mesmo diz, remediar, e não tratar a causa efetiva dos sintomas. Por exemplo, uma dipirona não trata a causa da dor, mas alivia a dor no momento.&nbsp; Um antidepressivo não vai tratar a causa da depressão, mas aliviar os sintomas &#8211; ate porque, através de estudos atuais, já se sabe que o argumento de “desequilíbrio bioquímico no cérebro” como causa da depressão, ja se caiu por terra (assim como para os demais transtornos). Aquela conversa de fatores inflamatórios no cérebro, também não se confirma em estudos recentes. Pouquíssimos estudos confirmam tanto a versão biológica, quanto a&nbsp; genética, que também tanto se fala. Aqui a equação me parece muito clara. Como seres sociais que somos, se você cresceu numa&nbsp; família com alguém que tenha transtorno, qual a probabilidade de passar ileso e ser 100% saudável?&nbsp; Biológico ou ambiental? Ta facil essa)&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que vai ser efetivo de fato, são as outras estratégias dentro do tratamento, como a psicoterapia. É ela, seja em qual abordagem for, quem vai promover a reflexão, reconhecimento de padrões neuróticos, entendimento do funcionamento integral da psique, desde o começo da vida até a atualidade. É no processo terapêutico que se re-conhece. Que se entende o momento atual e pode-se reconhecer a serviço de quê a patologia se apresenta naquele momento. Muito se fala hoje em dia que apenas a TCC é eficaz no tratamento mental, o que é um grande engano, A Tcc aparece em destaque por apresentar resultados mais rápidos, não necessariamente mais eficazes ou duradouros, atendendo assim, não necessariamente a necessidade do paciente, mas sim do mercado e da sociedade da produtividade. (Atenção, isso não é uma crítica á teoria, que considero válida em muitos casos, mas sim ao uso indiscriminado em nome de um indivíduo que não pode nem ter seu tempo de processos humanos respeitados, precisa ser “pra ontem”)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós, na fenomenologia e gestalt terapia, vamos abordar muito mais do que mudanças comportamentais adaptativas para o funcional produtivo. Vamos em busca da awareness, do sentido, do entendimento eu-no-mundo, e de tudo o que é relacional no adoecimento mental. Afetos, relações, histórias de vida, origens, campo,&nbsp; narrativas, modo de ser,&nbsp; necessidades, etc.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso também, fundar-se na crítica, e entender, o que de fato é uma patologia, e o que é um sintoma parte da angústia inerente à humanidade. A equação aqui e multifatorial, e é extremamente perigoso patologizar ( e medicalizar) emoções da vida cotidiana. A vida se apresenta processual. Tudo tem seu tempo. Patologizar o humano querendo apressar os processos ( geralmente em nome da performance e atras de resultados &#8211; alo alo neoliberalismo e contemporaneidade digital) não é tratar de “saude mental” com se costuma dizer por ai. É super patologizar. É des-humanizar, em nome de um parecer saudável (que é diferente de ser saudável efetivamente) É esconder frustrações e fracassos, ou outras emoções&nbsp; normais &#8211; erroneamente consideradas como “ruins” &#8211; atrás de um cid.&nbsp; É claro que ninguém gosta de sofrer, mas faz parte. São as polaridades da vida. Aqui também devemos questionar: onde é que aprendemos que determinada emoção é boa ou é ruim? Em que momento entendemos que determinadas emoções geram sofrimento. Alias, em que momento de fato nossas angustias se tornam sofrimento ? E quando se tornam patologias?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tenho um palpite aqui…&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda na psicopatologização sem crítica, abrimos precedentes para que a maldade humana, o comportamento normativo sociais como machismo, racismo, capacitismos, demais sexismos e mau-caratismo, se esconda atrás de diagnósticos, que podem ser padronizados e relativizados por tal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem mais perde com isso?&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os&nbsp; de sempre. O “marginalizado”. O pobre, que vê sua condição de sobrevivência relativizada. Que vai entender-se como ansioso ou depressivo ( que de fato está), por instrumentos diagnósticos&nbsp; que não vão levar em conta seu meio, sua condição social ou seu sofrimento no contexto de vida.&nbsp; Aqui vamos além da saúde mental. Aqui falamos de direitos básicos. Moradia, comida. Condição digna de vida. Não se pode nunca falar em saude mental sem falar em garantia de direitos básicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sofrem também as mulheres. São a grande maioria nos índices de acometidos a transtornos mentais. Desde o inicio da psiquiatria moderna, as mulheres tem diagnósticos ligados a questões biológicas e hormonais ( que, não podemos descartar, mas não são o fundamental). Quem não se recorda do Freud e seu famoso tratamento para histeria. Ali, tinhamos as questões de emoções reprimidas &#8211; por estarem dentro de um contexto social que não permitiam a mulher expressá-los. E hoje?&nbsp; estamos sobrecarregadas, desvalorizadas profissionalmente, vitimas de violência de genero, grande alvo de padrões inalcançáveis&nbsp; do mercado (de beleza, moda, estilo de vida, e ate saude ), maes que vivem maternidades aromatizadas, entre outras.. Não se fala mais em histeria, mas a repressão sobre nossos corpos e&nbsp; emoções seguem firme e fortes.&nbsp; Penso em Freud as vezes reescrevendo o mal estar na sociedade digital neoliberal. Pobre Sigmund…&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sofre também a população negra, quilombola, indigena. Inferiorizados&nbsp; como sub- culturas e raças. Colocados a margem até na condição de humanidade. Nunca alcançaram um padrao imposto,não se reconhecem socialmente, pois nada&nbsp; é feito para eles, inclusive o inclusive o direito à saúde. É preciso aqui fazer um recorte de fato muito cuidadoso em se tratar de adoecimento mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, especialmente, sofre aquele que de fato tem algum transtorno mental. Que, não se inclui em diagnósticos da moda. Que não necessita de medicação para performance, mas para uma vida mais confortável e de fato saudável. Que ainda segue estigmatizado, pois, embora a epidemia de diagnóstico parece banalizar os transtornos, ela segue estigmatizando aqueles que realmente necessitam. Especialmente os psicotizados e acometidos a sofrimentos graves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se todo-mundo-tem e ta ai, pq é que vc também não melhora? Como não sentir o fracasso nessa condição? Algumas pessoas de fato não tem ideia de efeitos colaterais de medicamentos e que tais pessoas não conseguem ficar sem e gostariam muito…</p>



<p class="wp-block-paragraph">E por essas e outras que nos, profissionais da saude mental, precisamos ser críticos, entender o novo “mercado de diagnósticos”, estarmos cientes de que atuar em saúde mental nos exige enxergar os diferentes recortes sociais existentes, suas necessidades primárias e entender que saúde mental também se faz com a garantia de direitos básicos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alias, encerro com outro&nbsp; mais questionamentos:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o adoecimento acontece dentro de uma estrutura social e a partir das relações desse meio, como a cura pode ser individualizada como se prega?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E mais…&nbsp; Interessa a quem mesmo tanta gente adoecida pra vender&nbsp; remédio?&nbsp;<br></p>
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		<title>Afinal, o que é essa tal saúde mental que tanto se fala atualmente? </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferraz Testa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 21:46:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O termo tem sido amplamente usado, e por muitas vezes tem se simplificado por Saúde Mental, o hábito de buscar tratamentos para]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O termo tem sido amplamente usado, e por muitas vezes tem se simplificado por Saúde Mental, o hábito de buscar tratamentos para a mente, seja através de psicoterapia ou consultas psiquiátricas, mas claramente não se trata apenas disso, e sim apenas uma fração dos cuidados com a mente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A OMS define saúde como: “um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas como a ausência de doença ou enfermidade.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E consequentemente a saúde mental como : “um estado de bem-estar vivido pelo indivíduo, que possibilita o desenvolvimento de suas habilidades pessoais para responder aos desafios da vida e contribuir com a comunidade.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Por esse viés, é possível perceber que falar sobre saúde mental é também falar sobre saúde no geral, e ir além, pensando no bem estar bio-psico-social.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Falar sobre saúde mental vai muito além da dicotomia saúde/doença, e portanto vai muito além do que caracteriza-se por tratamento de doenças psíquicas. Aqui falamos também de prevenção e promoção de saúde mental ( e física, claro, saindo do pensamento que fragmenta corpo e mente e pensando no ser humano como organismo integral).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos pensar aqui em elementos &#8211; clichês, inclusive &#8211; que tanto se fala em promoção e prevenção de saúde ( qualquer pesquisa no google vai apresentar alguns desses resultados): Alimentar-se bem, preferindo alimentos naturais aos industrializados, sono regulado, praticar exercícios físicos, evitar substâncias nocivas como álcool, fumo e drogas, uma boa hidratação, evitar o estresse,&nbsp; entre alguns outros que como citei, bem conhecemos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E sobre saúde mental?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Surpresa!&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">São os mesmos… adicionando mais alguns, é claro, que podem parecer banalidade ou coisas “supérfluas” para algumas pessoas, como por exemplo, ter um hobbie, ou cultivar boas relações de amizade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, coisas simples, mas que nos tiram do “dever”. Que aliviam o estresse, e que proporcionam o aumento natural dos principais neurotransmissores do bem estar : Serotonina, Dopamina, Endorfina e Oxitocina.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, cuidar da saúde mental, é estabelecer uma boa condição de vida com hábitos e atividades cotidianas prazerosas, que não sejam feitas como dever ou obrigação. Nem todo hobbie precisa ser monetizado, e nem exercido com excelência. É válido aqui dançar mal, cantar feio, costurar torto, lutar sem competir… não precisar da validação profissional em fazer algo que considere legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cultivar boas relações também. Ter amigos, arrumar um tempo para estar com os amigos, ter bons momentos com a família, prezar por comer algo que goste muito, conhecer novos lugares, apreciar alguma arte, ter animalzinho de estimação, estar entre a natureza, cultivar uma planta, dar um tempo de conteúdos digitais selecionar as informações consumidas, prezar pelo autocuidado, abraçar mais, respirar de maneira tranquila, entre outros bons hábitos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não podemos esquecer, é claro, a responsabilidade social governamental na promoção da saúde mental… é impossível falar em bom estado de saúde num geral, se uma população se encontra em vulnerabilidade social, sem acesso a moradia, alimentação e estudo, condições básicas para a promoção do bem estar. Aqui, infelizmente a sociedade ainda pensa mais na remediação das condições vindas de tal vulnerabilidade, do que de fato na promoção e prevenção. Ainda assim, vemos uma população “resiliente” e que se desdobra como pode.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assunto longo, não?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Meu objetivo aqui é ilustrar que saúde mental não diz respeito apenas a “buscar ajuda chegando no fim do poço”, mas de como nós, psicoterapeutas, também podemos colaborar com a “não chegada ao fim do poço”, auxiliando no ajustamento criativo em cada indivíduo que passa por nós, a atingir essa tão falada saúde integral! (pois sim, é integral)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deixo aqui abaixo uma tabelinha ilustrando o que cientificamente se sabe sobre o aumento natural dos neurotransmissores &#8211; que juro, não são das vozes da minha cabeça, rs &#8211;  (emprestado de sites de notícias) e que de fato constam em muitas pesquisas científicas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Espero que esse conteúdo tenha sido útil.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se gostou, compartilhe com quem possa interessar.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://renatatesta.com.br/wp-content/uploads/2025/02/sos-neurotransmissores.jpg" alt="" class="wp-image-6844" srcset="https://renatatesta.com.br/wp-content/uploads/2025/02/sos-neurotransmissores.jpg 1000w, https://renatatesta.com.br/wp-content/uploads/2025/02/sos-neurotransmissores-300x300.jpg 300w, https://renatatesta.com.br/wp-content/uploads/2025/02/sos-neurotransmissores-150x150.jpg 150w, https://renatatesta.com.br/wp-content/uploads/2025/02/sos-neurotransmissores-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
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		<title>Um brinde ao novo ano! </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferraz Testa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jan 2025 21:18:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nós, como seres sociais, relacionais criadores e criaturas do campo que vivemos, precisamos dessa ideia de fim de ciclo. Começo,meio e fim.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós, como seres sociais, relacionais criadores e criaturas do campo que vivemos, precisamos dessa ideia de fim de ciclo. Começo,meio e fim. Como a vida,&nbsp; dia, o mundo…</p>



<p class="wp-block-paragraph">E precisamos sim dos ritos de passagem para isso. Como símbolo de renovação. Como a ideia de pausa, descanso ( que, de fato, muitos fazem nessa época), para um recomeço.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também somos seres de hábitos, costumes culturais e rituais. Quem inventou isso? A própria&nbsp; humanidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E que renovamos em nossos tempos conforme nos atualizamos como sociedade. Não importa em que lugar do planeta, todos os povos tem rito de passagem, seja de iniciação ou do findar das coisas. É da natureza humana.&nbsp; Do simbólico. Assim como hábitos cotidianos que mantemos e que marcam cada processo do nosso dia. Como uma refeição pela manhã indica que o dia está começando, o caminho de ida ao trabalho prepara para a jornada, o caminho de volta desliga das obrigações ( ou deveria), a preparação para ir para a cama e indicar o fim do dia, , que se repetirá no dia seguinte, e assim vamos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembrando que somos seres de tempo e espaço. Estamos. Um continuum, que só termina, oras, quando a vida se acaba. O que também vem com um ritual de despedida. Desde os tempos primitivos. Marcas cíclicas, de começo, meio e fim.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rituais nos identificam como humanos. Nos trazem pertencimento. Dividir o tempo, também. Norteia. Traz fôlego para seguir o caminhar. Traz esperança de novos começos, e tranquilidade de finalizações esperadas.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou, como aqui dizemos, fecha gestaltens para dar espaço às novas que estão por vir.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que fica com o ano que se passou? Quais metas e objetivos a serem alcançados no novo ano ? Qual o espaço para novas experiências que se abre junto ao novo ciclo?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Feliz novo ciclo nesse 2025!&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Ansiedade, como lidar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Ferraz Testa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 18:26:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
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									A ansiedade é uma das muitas emoções humanas, e uma de suas funções é nos proteger de situações desconhecidas e/ou de perigo. <br />Escolhi a personagem do filme pra ilustrar esse texto, exatamente para colocá-la como uma emoção humana normal, que pode em alguns momentos da vida funcionar de uma maneira “exagerada” ou “diferente” ( e se tornar um transtorno de ansiedade generalizada &#8211; TAG)<br /><br />Estamos vivendo a era da ansiedade patológica, e precisamos aprender a ter um bom manejo da emoção, entender os chamados gatilhos, mecanismos e, como muito utilizamos em gestalt terapia, aprender a dialogar com a própria ansiedade. Entender sua função e o que a torna disfuncional é primordial para tal. <br /><br />Aqui trago uma breve explicação de como percebemos a ansiedade, de como nos regular e sair de uma crise de ansiedade pontual. <br /><br />A técnica “grounding” a que me refiro no carrossel, consiste em ativar os sentidos, fazendo a seguinte proposta: <br />Respirando profundamente, localize-se, e olhando ao redor aponte : <br />5 coisas que você pode ver<br />4 coisas que você pode sentir em sua pele<br />3 sons que você pode ouvir <br />2 cheiros que você pode sentir.<br />1 sabor que você pode sentir na boca <br /><br />Essa técnica, junto a respiração profunda, auxiliará, além de oxigenar o cérebro e alimentá-lo, fazer o corpo entender através dos sentidos, que não está em uma situação de perigo, ou o que pode vir a acontecer não oferece nenhum risco vital. <br /><br />“Mas como uma emoção se torna uma crise?”<br />Boa pergunta. Cada caso é um caso, e tudo depende do “suporte” que essa emoção se encontra em cada um de nós. <br /><br /><br />Achou interessante? Quer acompanhar mais conteúdo como esse?  Comente e compartilhe essa postagem. <br /><br /><br /><br />Renata Ferraz Testa<br />Crp 06/94794<br />								</div>
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